Blog da Afya

A figura do Pai

A figura do pai é decisiva.
Do ponto de vista astrológico arquetípico, o pai é o sol.
O pai é a nossa conexão mais imediata com o mundo real, o material, a prática, o que podemos tocar.
Pai é ação, determinação, vontade, poder e reconhecimento.
Portanto, quando estamos tendo problemas para reconhecer nosso valor ou lutando para nos capacitar para cuidar de nossas vidas em direção ao sucesso, é hora de “nos reconciliarmos com papai”.
Papai é o ancestral que governa nosso relacionamento com a profissão, os estudos, a direção que tomamos, nossas ações.
Também governa os órgãos do lado direito do corpo e o hemisfério esquerdo, encarregado da lógica e do aprendizado formal.
Se você perceber que alguma dessas áreas de sua vida está estagnada, converse com seu pai, esteja ele vivo ou não, você o conheceu ou mal se lembra dele, você o tem à sua frente ou a quilômetros de distância, deixe sua alma falar com a dele.
Revise seu relacionamento, a história que os uniu e deixe-se envolver por esse mistério inexplicável, segundo o qual uma pequena partícula daquele homem se tornou o que você é agora.
Poderia ter sido qualquer outra pessoa, mas acabou por ser ele, e essa combinação perfeita de tempo / espaço lhe deu vida. Agradeça a bênção e ouse quebrar padrões.
Nosso pai não é nosso parceiro, nem nosso filho, nem nosso depósito de culpa.
Ele é apenas um homem com suas circunstâncias. Receba o pai em seu coração, sinta sua presença protetora e siga em frente com um passo firme, porque você não está sozinho.
{Bert Hellinger}

Vibração numerológica do mês de Dezembro

Dezembro vibra na energia do Número 7!

Isto significa momento de focar nas respostas que se anseia encontrar e direcionar os pensamentos à Fonte Superior.
Por mais que trema a terra, o Céu nunca se abala…! Isto guarda um profundo aprendizado para todos nós que, voltando nossos olhos e pensamentos ao Superior que tudo governa, começamos a nos perceber governantes de Si!
Este é o momento de silenciar, enquanto o mundo ruge, é o tempo de escutar, enquanto o globo berra, é a hora de aguardar serenamente, enquanto multidões correm ansiosamente.
É só se concentrar…
Nos recantos tranquilos da sua mente quieta, se revelará a estrela de sabedoria que conduz a um futuro de conquistas e glórias; basta saber escutar, calma e pacientemente, a voz silenciosa que Deus é no seu coração.

Uma alimentação para uma melhor qualidade de vida.

Alimentação Saudável

            Nesse texto desejamos dar visibilidade as Feirinhas da Agricultura Familiar Orgânica em João Pessoa, disponibilizando uma lista dessas Feiras na cidade e seus locais de comercialização semanal. Para isso, vamos brevemente contextualizá-las.

Pesquisas arqueológicas mostram que há quase 20.000 anos atrás nossos ancestrais começaram a praticar a agricultura. A passagem das culturas nômades às culturas agrícolas permitiu a esses povos se estabelecerem nos lugares de cultivo do solo. Durante todos esses milênios a agricultura era natural e orgânica, foi somente após as duas grandes guerras, em meados do século passado, que se passou a utilizar técnicas agrícolas baseadas no uso de produtos químicos e modificações genéticas, alegando-se melhorar a quantidade e qualidade dos alimentos. E assim, nas sociedades modernas, interesses político-econômicos buscam reduzir a agricultura às questões mercadológicas, onde o lucro vale mais do que o acesso ao alimento e a saúde das pessoas. E para isso, omitem que essas práticas de cultivo com agrotóxicos e que modificam geneticamente os alimentos são extremamente poluentes, doentias e predatórias do meio ambiente.

Em uma perspectiva bem diferente, o cultivo da agricultura orgânica ocorre através de uma relação íntima e respeitosa com a natureza, livre dos agrotóxicos que envenenam e adoecem tanto a quem planta, consome e vive no campo, quando quem consome e vive na cidade. Essa prática milenar do cultivo de alimentos orgânicos é harmônica e co-existe no equilíbrio dinâmico da fauna e da flora, sendo benéfica inclusive à saúde das pessoas. Salutar e sustentável, quem pratica a agricultura familiar orgânica interage de maneira amorosa com o meio ambiente. Existem diversas técnicas de plantação dos alimentos orgânicos. Agricultura sintrópica ou agrofloresta e permacultura são dois expressivos exemplos.

Atualmente, a comercialização de cereais, ervas, vegetais, legumes e frutas sem agrotóxicos é algo que permanece, vem crescendo e se ampliando em João Pessoa e no mundo. Ademais, ovos, leite, queijos, aves e peixes (pra quem consome) sem cativeiro insano e hormônios são encontrados nessas Feirinhas.  Na nossa cidade, também encontramos beiju, tapioca,bolo pé de muleque, rapadura e sucos verdes, entre tantas outras delicias. E cada vez mais seus preços são iguais, e muitas vezes mais baixos, do que nos supermercados. Sem falar da economia solidária e comunitária que se tecem nessas redes de alimentos naturais.

Segue uma lista de Feirinhas Orgânicas em João Pessoa, pois a emblemática frase de Hipócrates (460-370 a. C.) continua valendo: “Que seu alimento seja seu remédio, e que seu remédio seja seu alimento.”

LISTAS DE ALGUMAS FEIRINHAS ORGÂNICAS EM JOÃO PESSOA (sempre pelas manhãs)

Feirinha Orgânica do Sítio Utopia – TERÇAS

Endereço: Restaurante Oca. Av. Almirante Barroso, 303 – Centro, João Pessoa – PB

 

Feira do Equilíbrio do Ser – QUARTA

Endereço: R. Bancário Sérgio Guerra, 148 – Bancários, João Pessoa – PB

 

CECAF – Centro de Comercialização de Agricultura Familiar ­– QUINTAS

Endereço: Av. Hílton Souto Maior, 1112 – José Américo de Almeida, João Pessoa – PB

 

Feira Agroecológica Ecovarzea ­– SEXTAS

Endereço: Conj. Pres. Castelo Branco III, João Pessoa – PB, UFPB

 

Feira de orgânicos do Bessa – SÁBADOS

  1. Oceano Antártico, 14 – Jardim Oceania, João Pessoa – PB

Escolher o destino consciente e liberar o carma.

Na semana passada, ministrei um workshop junto ao meu mestre e professor Peter Levine, o fundador do método de Experiência Somática para renegociar e curar traumas.
Ao mesmo tempo que oferecia o workshop, aprendi muitas coisas.
O workshop era sobre o trauma trans-geracional; revelando o invisível para viver mais consciente, realizada e feliz.
Um dos aspectos mais interessantes que aprendi foi entender a diferença entre o destino e o Carma. Utilizo o Carma por falta de um vocabulário melhor.
Muitas pessoas vivem servindo o carma a  vida inteira, confirmando que as coisas são do jeito que são e não há possibilidade nenhuma de mudar.
O que leva as pessoas a acreditar que a carma é sentença da vida são as crenças que adquirimos ao longo dela. No workshop, junto com Peter Levine, vimos que há possibilidades de liberar o carma e abraçar o nosso destino.
O nosso destino depende totalmente das nossas escolhas conscientes. Para que possamos fazer as escolhas, necessitamos honrar os nossos pais, dizendo sim para tudo que somos e tudo que foi dado para nós. Ao honrar e agradecer, estamos afirmando que os nossos pais fizeram o melhor deles e assim nós podemos fazer até melhor  do que eles. Faremos melhor, não é porque somos melhores que eles, mas conseguimos fazer melhor porque eles nos abençoaram com o seu amor.

“… só mãos vazias, podem encher-se.”

Crescer, amadurecer.
Deixar ir é o caminho mais tranquilo para deixar vir.
Esvaziar as mãos é poder honrar o que passou, permitindo a chegada de um novo tempo, uma nova experiência, um novo dia.
Desejo belos e suaves ciclos de crescimento e amadurecimento.

Com amor,
Camila Castro.

Um passo e você já não está no mesmo lugar.

De tempo em tempo, nós almejamos mudanças, transformações em nossas vidas, (mudar de casa, de profissão, nossa percepção sobre a gente mesmas, sobre o mundo) e muitas vezes queremos que elas magicamente aconteçam ou ainda, ficamos esperando a “hora certa” pra fazer acontecer.

Não se cobre tanto, respeite seu tempo e com um pouquinho de coragem, apenas comece com o que você têm, comece hoje e agora, pois ao dar um passo, você já não está no mesmo lugar.

Vá em direção a você, ao seus sonhos, dê o primeiro passo, mesmo que nesse momento ele possa parecer pequeno, ele já tá fazendo toda a diferença.
E se precisar e escolher ter ajuda, estamos por aqui.

Texto por Bianca R da Silva, integrante do AquariOM Coletivo Terapêutico.

A mãe em nós

A mãe em nós

A mãe possui um papel muito profundo na vida de todos nós. Afinal, nós viemos dela e, em geral, fomos cuidados e sustentados por ela. Ela estava lá desde o começo, onipresente, durante a fase mais importante da formação da nossa personalidade. A mãe é imensa e necessária. Ela é o nosso primeiro modelo de comportamento e de valores e também a primeira mediadora da nossa relação com o mundo maior.

A mensagem que todos nós recebemos quando somos crianças, de que o mundo é grande e poderoso e nós não, é reforçada ou abrandada na medida em que internalizamos a experiência da mãe. A forma como a nossa mãe é, também o nosso mundo é, e é por isso que muito da nossa vida é pré-programada.

No entanto, esse frágil indivíduo que ganhamos de presente do destino é apenas a portadora de uma energia muito maior. Ela é a portadora de uma imagem que trazemos dentro de nós e que se encontra profundamente presente no inconsciente coletivo da humanidade desde os seus primórdios. A nossa mãe pessoal apenas transmite, molda ou reforça essa imagem. Todos nós somos influenciados por um arquétipo, o arquétipo da Grande Mãe, que é anterior à nossa mãe pessoal e que está ligada à herança coletiva da humanidade.

Os arquétipos são como um código genético da psique e refletem as experiências fundamentais e os padrões do nosso desenvolvimento psicológico. Eles já nascem conosco. São universais e existem em todas as pessoas, de todas as civilizações e culturas, em todos os períodos da História. Podemos citar como exemplo de experiências arquetípicas o nascimento, a morte, o casamento, a puberdade, nossas experiências de mãe e de pai, a gravidez, o envelhecimento, entre tantas outras, etc. Experiências e situações comuns a todos nós e que são decorrentes da nossa condição humana. Pré-disposições inatas que vão ser moldadas pela experiência pessoal.

No Dia das Mães costumamos enaltecer as características positivas desse arquétipo: a característica de gerar e sustentar a vida, o cuidado, a solicitude, a bondade, a sabedoria intuitiva, a compreensão, a proteção e a proximidade com o Sagrado. Mas, como todos os arquétipos, o da Grande Mãe também possui um lado negativo, muito bem representado pelas Bruxas dos contos de fadas, como João e Maria, Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida. Todos eles narram a relação mãe e filho, uma relação que também pode nos levar a vivenciar dificuldades, abandonos, sofrimentos e morte.

O arquétipo da Mãe, ou da Grande Mãe, pode ser entendido como a própria vida ou como a experiência que temos sendo filhos da Terra. Nesse sentido, ela é tanto a fonte da vida quanto da morte. A mesma Grande Mãe que nos dá a vida, nos transporta em direção à extinção e à destruição. Tudo isso a serviço de um grande mistério que talvez jamais conseguiremos desvendar.

Sendo assim, a maior parte das influências que a literatura psicológica descreve como sendo exercidas sobre a criança, na verdade, não vem da mãe, mas desse arquétipo que projetamos sobre ela e que acaba por lhe conferir muito poder. As características da nossa mãe pessoal, como eu falei antes, vão apenas abrandar ou reforçar algo que, na verdade, está presente dentro de nós desde o começo.

Uma das principais tarefas de qualquer terapia ou processo de autoconhecimento e amadurecimento é identificar e curar a tirania dessa imagem que internalizamos na nossa infância. A pessoa que não transforma isso dentro de si mesma acaba por desempenhar essa imagem em todos os lugares e, principalmente, transmite esses mesmos padrões para os seus filhos e para as demais relações que estabelece. Fica eternamente preso à roda da repetição, sem descanso ou transformação.
Cada filho traz consigo uma mãe. Cada um de nós deve reconhecer de que forma esta imagem influenciou e continua influenciando a nossa história. Não é uma tarefa fácil, mas crescer e amadurecer requer olhar para isso, requer curar as feridas emocionais da nossa infância, humanizar e perdoar a nossa mãe pessoal, reconhecer a nossa parcela de responsabilidade pelos problemas e fazer as pazes com a nossa própria história, com a nossa própria vida – nossa  Grande Mãe.

 

Por Melissa Samrsla Brendler

Fonte: HOLLIS, James: Mitologemas, encarnações do mundo invisível. São Paulo: Paulus, 2005.

A vida por Bert Hellinger

“A vida” por Bert Hellinger

“A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.

A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.

A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.

A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.

A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.

Curso de Eneagrama Online

O Eneagrama é uma ferramenta de compaixão! Trabalha com 9 tipos ou perfis de personalidades que atuam através de motivações internas, trazendo aquilo que, em essência nos move para agir no mundo e também reagir ao que nos acontece na vida. Porém, cada ser humano é único e contém em si, a energia dos 9 tipos.
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O curso online será, realizado através da plataforma zoom, onde todos irão interagir uns com os outros.

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Informações e inscrições pelos whatsapp
(83) 98619-3216 – Eliane
(83) 99844-2571 – Josefa

A boa culpa e a má inocência – Bert Hellinger

Cultivamos algumas idéias morais sobre a culpa e a inocência. Pelo nosso olhar, acreditamos que os inocentes são “bons” e os culpados são “maus”.

Isso, claro, não falamos daqueles que cometeram algo contra a lei e o convívio na sociedade. O que se fala neste texto é sobre o sentimento interno de culpa ou inocência nos nossos movimentos da vida.

Hellinger, em seus estudos e observações, traz um novo olhar para esses sentimentos, e explica como nosso valor em relação à culpa e a inocência pessoais podem estar invertidos na nossa significação.

Ele afirma que podemos fazer coisas consideradas ruins com sentimentos de inocência e fazer boas coisas com culpa, ou má consciência. Esses sentimentos estão ligados, primeiramente, ao nosso vínculo familiar.

A consciência familiar

Em nossos relacionamentos experimentamos a consciência. Em nossas ações, tudo que fazemos e que produz um efeito sobre o outro vem acompanhado de um sentimento interno de “culpa” ou “inocência”.

Aquilo que causa dano ao outro, experimentamos como culpa. Porém, se fizemos algo que favorece o outro, sentimos inocência.

Em nosso sistema familiar, estamos submetidos à cultura dessa família, e o que sentimos como danoso ou como um favor também se altera conforme aquilo que é praticado por esse sistema.

Isso significa que o que pode ser visto como negativo em um sistema pode ser considerado algo positivo ou incentivado em outro. Essa é uma das principais descobertas de Hellinger.

“O que podemos observar nas Constelações familiares em relação à consciência coletiva? Em primeiro lugar, que não excluamos ninguém, seja na nossa família ou na família do cliente e que procuremos na família dele e na nossa, pelos excluídos, olhemos para eles, com amor, em nosso coração. Podemos fazer isso somente se tivermos deixado para trás a diferenciação entre o bom e o mau.”

Bert Hellinger

Nosso padrão de culpa ou inocência interna está atrelado ao que é aceitável ou condenável pela nossa cultura familiar. Se seguimos de acordo com o que é aceitável em nosso sistema familiar, experimentamos isso como uma postura inocente, sem peso.

Porém, se vamos contra algum valor do nosso sistema familiar, sentimos isso como uma culpa, e também como algo pesado.

O desafio

Então, se olharmos para o nosso sentimento interno com esta informação, o que muda? Ou que nova informação podemos notar?

Um ponto interessante que Hellinger traz é que nossa evolução pessoal só é possível através do sentimento de culpa. Isso se explica pois para crescermos, temos que deixar para trás algumas coisas que aprendemos mas que não nos servem mais.

Devemos assumir um papel ativo de buscar uma nova solução. Diferente daquela que estava disponível para nós por meio do nossos sistema familiar. E aqui já reside um grande desafio: se abrir para o novo sem precisar desonrar o que estava disponível anteriormente, e que nos levou até aquele ponto, de uma nova possibilidade.

Sair do padrão estabelecido está atrelado em grande parte a lidar com a culpa que vem deste sentimento. Isso pois, nesse movimento, nosso interior sente isto como uma possível perda de pertencimento ao nosso sistema, pois estamos abrindo mão de algo.

Olhar para o que nos foi dado com respeito, e de forma verdadeira, é uma chave que permite este movimento de crescimento, em direção ao novo.

E a inocência?

Nesse olhar, Hellinger percebeu que se permanecemos “inocentes” perante nosso sistema familiar, não evoluímos.

Ficamos preso na continuidade do que sempre foi feito, mesmo que o resultado não nos agrade.

A inocência aqui atua como um garantidor do pertencimento. Logo, “decido não tomar as atitudes necessárias para não correr o risco de deixar de fazer parte.” É um pensamento infantil, reservado às crianças. Essas sim, inocentes em sua postura, corretamente.

Porém, é nos pedido mais em nossa fase adulta. Devemos pagar o preço do crescimento, e um dos custos é o sentimento de “culpa” atrelado ao processo.

Somente neste lugar podemos seguir para vida, olhando com respeito e gratidão de onde viemos. Aquilo que fez parte prepara a base para que o novo chegue.

Texto via Medium.com – João Neto